terça-feira, 14 de fevereiro de 2012



Amigo imaginário

À espera sempre fiquei...
De que me descobrissem,
Que me falassem de leve em brandos sussurros,
Moldando seus sorrisos infelizes.

À espera sempre fiquei...
Das boas palavras, dos agrados,
Dos doces momentos compartilhados,
Com abraços sinceros sonhei.

À espera sempre fiquei ...
Das noites acolhedoras enluaradas,
Das boas companhias cúmplices gargalhadas,
Aos rancores e mágoas ignorei.

À espera sempre fiquei...
Uma longa e contínua jornada,
Por aqueles que tenho sonhado,
E que nunca em minha vida os verei.

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